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segunda-feira, 18 de junho de 2012


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Escolas estaduais contra o bullying

Governo estadual anunciou campanha de prevenção contra a agressão e o abuso nas escolas públicasFILIPE SANSONE


Preocupado com o aumento do bullying (agressão física ou verbal praticada por alunos de escolas), o governo estadual lançou uma campanha de prevenção a essa prática nos ensinos fundamental e médio na rede pública.
Entre as ações planejadas estão a distribuição de 250 mil cartilhas para professores das escolas estaduais, a qualificação dos docentes para mediar esse tipo de problema, além de uma página da Secretaria Estadual de Educação no Facebook (www.facebook.com/EducaSP).
A principal bandeira da campanha é colocar nas 5,3 mil escolas da rede, ao menos, um professor-mediador qualificado para intermediar a relação entre quem sofre o bullying e o agressor. 
O objetivo é garantir que esse abuso não volte a ocorrer.
Atualmente 2,5 mil professores passaram pelo curso de qualificação e 2.315 atuam como mediadores. 
O número pode parecer pequeno, já que representa apenas 1% dos 230 mil educadores da pasta, mas, segundo o governo estadual, não será necessário qualificar todos porque em escolas de grande porte (com mais de dois mil alunos) devem haver apenas dois mediadores. 
Segundo a Secretaria de Educação, mais 950 professores-mediadores estão em formação.
Na rede/ Além de criar um perfil no  Facebook, parceiro na iniciativa, o governo dá apoio à página que a rede social mantém contra o bullying junto com o canal Cartoon Network (www.facebook.com/chegadebullying). Mais de mil internautas já curtiram a iniciativa.
A página tem como objetivo incentivar os 4,3 milhões de alunos da rede pública criarem  grupos para prevenir a violência nas escolas e divulgarem conteúdos sobre o tema.
Atitude nem sempre é criminosa, diz médica

Segundo Vera  Zimmerman Blondina, doutora em psicologia clínica  e integrante do Cria (Centro de Referência da Infância e Adolescência), da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), algumas atitudes que poderiam ser enquadradas como bullying sempre existiram e antes era preciso aprender a lidar com elas na infância. “Primeiro é preciso deixar claro que que o bullying não é uma novidade. Essa prática é característica dos relacionamentos, a pessoa aprende a se relacionar”, diz. Blondina afirma que a ação só se torna prejudicial quando se identifica uma atitude agressiva repetitiva e há um claro desrespeito às regras e à autoridade.

Fonte:http://diariosp.com.br/noticia/detalhe/24674/Escolas+estaduais+contra+o+bullying


Cartilha orienta docente sobre prática do bullying

Natália Fernandjes 
Do Diário do Grande ABC

A Secretaria Estadual de Educação iniciou, ontem, distribuição de 250 mil cartilhas sobre bullying para os cerca de 220 mil educadores da rede, sendo 15.350 no Grande ABC.
O material faz parte da campanha Bullying. Curta outra ideia, e foi feito pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça). 
A iniciativa pretende auxiliar na identificação do problema em ambiente escolar, além de fornecer dicas de como superar conflitos.
A ação é mais uma ferramenta para amparar o professor na tarefa de identificar o bullying, segundo o responsável pelo Sistema de Proteção Escolar do Estado, Felippe Angeli. "Não é o primeiro contato com o tema, até porque temos diversos projetos nessa área", destaca, referindo-se aos programas mantidos, tais como os professores-mediadores, distribuição de kits informativos, livros, DVD e jogos, além da oferta de cursos sobre justiça restaurativa em parceria com o Ministério Público.
Elaborado pela psiquiatra, escritora e diretora técnica de medicina do comportamento Ana Beatriz Barbosa Silva, o conteúdo do material explica o significado do termo bullying e suas formas de aplicação. Também traz dicas para identificar possíveis agressores e vítimas, consequências da agressão para os estudantes e ainda formas de ajudar na superação do problema.
A cartilha também está disponível no portal da Secretaria Estadual da Educação, o que permite que a comunidade possa se inteirar do tema. "Temos de buscar a união entre os diversos atores da sociedade para que cada um possa fazer seu papel", observa Angeli.
Para a presidente da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), Maria Izabel Azevedo Noronha, a cartilha é um caminho, mas é preciso investir em campanhas fora da escola, a fim de alertar a população. "O bullying não acontece só na escola, ele está em casa e nas ruas", diz.
Parceria com canal infantil e Facebook amplia comunicação
Outra ação anunciada ontem pelo governo estadual foi a adesão à campanha Chega de Bullying, promovida desde o início do ano passado nos Estados Unidos pelo Facebook e pelo canal de televisão infantil fechado Cartoon Network.
Com criação de fan page da Secretaria da Educação do Estado na rede social, a proposta é estabelecer comunicação com os estudantes sobre o tema. "A rede social oferece acesso direto aos alunos. Com linguagem própria, é possível disseminar informações e obter retorno", destaca Felippe Angeli.

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