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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Deputado Carlos Giannazi cobra respeito aos direitos dos professores rea...

domingo, 27 de abril de 2014


Negligência familiar lidera ranking de violações nos Conselhos Tutelares

27/04/2014 17h12 - Atualizado em 27/04/2014 17h34

Mãe e pai são principais 'violadores' dos direitos da criança e adolescente.
Bernardo Boldrini, 11, procurou juiz para trocar de família antes de morrer.

Rosanne D'AgostinoDo G1, em São Paulo

Arte negligência (Foto: Arte/G1)
A negligência familiar é a campeã de denúncias sobre violações de direitos fundamentais de crianças e adolescentes no país. 
Dos pelo menos 28.465 casos de problemas de convivência familiar e comunitária levados aos Conselhos Tutelares no ano passado, 13.218 relatavam negligência dos pais.
O dados são do Sipia (Sistema de Informações para Infância e Adolescência), sistema nacional do governo federal que reúne as queixas de 4.945 dos 5.924 Conselhos Tutelares existentes em municípios e estados.
O Conselhos Tutelares são responsáveis por receber e apurar denúncias sobre violações dos direitos da criança e do adolescente, que incluem maus-tratos, crianças fora da escola, trabalho e prostituição infantil ou do adolescente.
Os dados mostram que o número de casos de negligência dentro das famílias vem aumentando desde 2011. Apenas em 2014, foram apresentadas 3.031 denúncias aos conselhos (veja tabela ao lado).
A mãe é apontada como violadora em 33,5% das notificações, e o pai, em 20,6%. Em seguida aparecem a creche, com 11,21% dos casos, e a escola, com 6,83%.
A discussão sobre negligência ganhou força após a morte do menino Bernardo Uglione Boldrini, de 11 anos, no Rio Grande do Sul. Ele se queixava de abandono familiar – pela morte da mãe, em 2010, e pela ausência do pai, o médico Leandro Boldrini – e chegou a procurar o Judiciário para trocar de família. 
O pai, a madrasta e uma assistente social amiga do casal estão presos por suspeita de envolvimento no crime.
Como mostrou reportagem do G1, denúncias de crianças e adolescentes relatando a negligência de pais e responsáveis têm aumentado a cada ano no Brasil e já superam as de violência física e sexual no Disque 100 da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
Dificuldade de punir

No dicionário, negligência quer dizer desleixo, descuido, desatenção, menosprezo, preguiça, indolência. Mas nem o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) nem o Código Penal a tipificam (apontam a conduta criminosa).

“O ECA e a Constituição tratam da negligência, porém, não há uma tipificação penal, nem no ECA, nem no Código Penal e ninguém pode ser punido, exceto se o caso se configurar como maus-tratos ou abandono de incapaz, previstos no Código Penal”, afirma o advogado Ariel de Castro Alves, membro do Condeca (Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente) e fundador da Comissão Especial da Criança e do Adolescente do Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de São Paulo.
O estatuto só prevê penas de multa em casos de pais que descumprem os deveres do poder familiar, como sustento, guarda e educação dos filhos.
Muitas vezes a negligência é tratada com menos relevância por não deixar marcas aparentes, mas tudo começa pela negligência."
Ariel de Castro Alves, membro do Condeca (Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente) de São Paulo
Um projeto de lei do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) prevê alterar o ECA para incluir o abandono moral como ilícito civil e penal, mas está parado desde 2007.
Conforme o projeto, "compete aos pais (...) prestar aos filhos assistência moral, seja por convívio, seja por visitação periódica, que permitam o acompanhamento da formação psicológica, moral e social da pessoa em desenvolvimento".
O autor da negligência passa a ser sujeito a pena de detenção de 1 a 6 meses, e o juiz poderá aplicar medida cautelar para afastamento do agressor da moradia. “Tem vezes que o pai abriga, dá comida, casa, mas despreza, humilha, bate. Trata o filho como peso”, afirma o senador.
“Muitas vezes a negligência é tratada com menos relevância por não deixar marcas aparentes, mas tudo começa pela negligência. É claro que a maioria das vítimas não são assassinadas de forma tão cruel como o menino Bernardo, mas a negligência é um primeiro sinal de alerta com relação ao possível risco que a criança sofre”, completa Alves
.Fonte : http://g1.globo.com/brasil/noticia/2014/04/negligencia-familiar-lidera-ranking-de-violacoes-nos-conselhos-tutelares.html

Promotora crê em diálogo para resolver conflitos em escolas

Segundo a promotora Adriana Cimini, medidas internas podem resolver.
Recentemente, alunos atearam fogo em cortinas e depredaram escola.


27/04/2014 07h11 - Atualizado em 27/04/2014 07h11
Guilherme LucioDo G1 Santos

Polícia foi acionada para resolver a situação (Foto: Roberto Strauss/Arquivo Pessoal)Polícia foi acionada para resolver a situação
(Foto: Roberto Strauss/Arquivo Pessoal)
A Promotora de Justiça Adriana Cimini, que atua na vara da Infância e Adolescência, crê que há outras alternativas para solucionar conflitos em escolas de Santos, no litoral de São Paulo. Segundo ela, existem mecanismos para resolver situações como a da Escola Estadual Benevenuto Madureira, internamente.
"Esse tipo de conflito pode ser resolvido na escola mesmo, sem uma intervenção da polícia. Existe um mecanismo chamado 'Justiça Restaurativa', onde há um grupo, na própria escola, pronto pra resolver essas situaçãos com o diálogo", explica a promotra.
Segundo Adriana, a promotoria já tentou marcar uma reunião com a Diretoria Regional de Ensino (DRE), mas não obteve sucesso. "O projeto já existe em outros municípios e com sucesso. A Prefeitura de Santos já criou um grupo de trabalho com professores mediadores, mas precisamos do apoio da DRE", diz.
Na tarde desta quarta-feira (24), os menores foram até o Fórum de Santos, acompanhados dos pais e de funcionários da escola, e prestaram depoimento. Após isso, eles foram liberados.
A Diretoria Regional de Ensino informou que está de portas abertas para um possível diálogo com a promotoria. Além disso, já conversou com os pais dos alunos e o Conselho Escolar irá se reunir para que sejam tomadas medidas com base no regimento escolar.
Caso foi encaminhado para DIJU, em Santos (Foto: Roberto Strauss/Arquivo Pessoal)Caso foi encaminhado para DIJU, em Santos (Foto: Roberto Strauss/Arquivo Pessoal)

Caso
Na manhã desta terça-feira (22), alunos da Escola Estadual Benevenuto Madureira atearam fogo em cortinas da escola e depredaram a unidade de ensino.  Sobre o caso da escola Benevenuto, Adriana explica que foi um caso envolvendo vários menores. "Foi uma confusão generalizada e dois menores foram apreendidos. Porém, não se pode afirmar que foram eles que atearam fogo nas cortinas. Além disso, não sabemos exatamente quais foram os motivos para essa confusão", conclui.
fonte:
http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/04/promotora-cre-em-dialogo-para-resolver-conflitos-em-escolas.html

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Pisa usou exercícios ligados as habilidades não cognitivas e o Brasil ficou em 38º lugar

Achei este artigo interessante...fica a dica para os professores mediadores incluirem em seus projetos as habilidades  não cognitivas.

Pisa testa habilidades não cognitivas e Brasil fica em 38º lugar

É impressionante o problema da educação brasileira,estamos ficando nos últimos lugares em todas avaliações internacionais e nossos governantes ainda "fazem cara de paisagem" quando questionados sobre o assunto. 
O  Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) avalia o desempenho de estudantes em matemática, ciências e leitura,sendo  reconhecido mundialmente como um dos termômetros da qualidade de ensino de cada país. Os resultados da prova que é aplicada a cada 3 anos  são desastrosos,somente 2% dos alunos brasileiros conseguiram resolver problemas de matemática mais complexos.
Na última avaliação a Pisa testou  pela primeira vez exercícios ligados as habilidades não cognitivas,ou seja habilidades para resolver problemas concretos como autonomia, raciocínio crítico, liderança, facilidade de relacionamento , tolerância e outras que deveriam fazer parte do cotidiano de nossas escolas e mais uma vez o Brasil simplesmente se mostrou reprovado.
Após a divulgação do péssimo  resultado do Brasil também no quesito "competências socioemocionais " o MEC divulgou projetos existentes  e intenções de parcerias.O ministro Paim alega ser um  tema novo não só no Brasil e que  "precisa ser estimulada em vários aspectos, seja na pesquisa, para formar massa crítica, seja no aspecto que envolve avaliação e implantação de políticas" .
Será que nossos governantes nunca ouviram falar de Paulo Freire e da necessidade de se formar sujeitos ??? Isso é um absurdo!!!!
 


Educação: Brasil fica entre últimos em pesquisa de teste de raciocínio
1 de abril de 2014 

Nesta terça-feira (1º), a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou o resultado do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), que pela primeira vez avaliou a capacidade de 85 mil estudantes de 15 anos do mundo inteiro para resolver problemas de matemática aplicados à vida real.
O Brasil ficou em 38° lugar, com 428 pontos, em um total de 44 países.
O resultado da pesquisa mostrou ainda que só 2% dos alunos brasileiros conseguiram resolver problemas de matemática mais complexos.
Entre os estrangeiros, esse número chegou a 11%.No caso do Brasil,os meninos tiveram desempenho melhor que as meninas.No teste ,os rapazes somaram 436 pontos, contra 412 das garotas.
No desempenho por região do país, os alunos do Sudeste fizeram 447 pontos, seguido por Centro-Oeste (441), Sul (435), Nordeste (393) e Norte (383).
Os líderes do ranking do Pisa são todos asiáticos: Cingapura (562 pontos), Coreia do Sul (561) e Japão (552). Entre os três últimos da lista, estão dois latinos: Uruguai e Colômbia, além da Bulgária.
O único país da América do Sul que aparece mais bem colocado que o Brasil é o Chile, na 36ª posição, com 448 pontos.
Para chegar a esse resultado, a avaliação incluiu perguntas em que o aluno tinha de, hipoteticamente, manusear um aparelho de MP3 player e, ainda, comprar bilhetes em uma estação de trem em uma máquina.
Em uma das perguntas, por exemplo, o estudante devia selecionar no MP3 o estilo rock, no volume 4, usando poucos cliques e sem nenhum botão “reset” (reiniciar).
As habilidades não cognitivas – ligadas a características como autonomia, raciocínio crítico, liderança, facilidade de relacionamento e tolerância, entre outras – foram testadas pela primeira vez no Pisa, que é um exame reconhecido mundialmente por avaliar o desempenho de estudantes em matemática, ciências e leitura. 
A prova é aplicada a cada três anos em alunos que concluem o ciclo básico de ensino.
O último resultado do exame foi divulgado em dezembro. Nas três disciplinas, o Brasil teve desempenho baixo entre os países da OCDE. Em matemática, ficou em 58° lugar (foram 65 nações analisadas); em leitura, alcançou a 55ª posição; e em ciências, a 59ª.
Ensino Médio Inovador

O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Francisco Soares, disse em entrevista ao Bom Dia Brasil que o governo quer investir na qualidade do ensino e aumentar a participação de escolas em um programa criado em 2009 para promover a melhoria no currículo e ampliar a carga horária.

“Há um programa que é o Ensino Médio Inovador, no qual essa questão de ser capaz de resolver os problemas concretos que a vida coloca está no centro do projeto pedagógico”, diz Soares.
Na semana passada, o Ministério da Educação (MEC) anunciou a criação, em parceria com o Instituto Ayrton Senna, de cursos de pós-graduação no Brasil e no exterior para formar pesquisadores e professores que estudem os impactos das competências socioemocionais (como otimismo, responsabilidade, determinação e curiosidade) no aprendizado dos alunos.
Os detalhes das bolsas, como o número de vagas oferecido, os valores, o tempo de permanência e o perfil de quem poderá se beneficiar será definido em um edital da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior (Capes), a ser publicado em até 90 dias.
O ministro da Educação, José Henrique Paim, afirmou que os estados e municípios que promoverem iniciativas para valorizar as competências socioemocionais dos estudantes poderão recorrer a financiamentos do governo federal.
“É um tema novo não só no Brasil. Essa temática precisa ser estimulada em vários aspectos, seja na pesquisa, para formar massa crítica, seja no aspecto que envolve avaliação e implantação de políticas. Queremos também incentivar iniciativas que alguns estados têm. Aquilo que o ministério achar condizente, vamos financiar”, destacou Paim.
Veja abaixo o ranking completo do Pisa:
1º) Cingapura – 562 pontos

2º) Coreia do Sul – 561
3º) Japão – 552
4º) China/Macau – 540
5º) China/Hong Kong – 540
6º) China/Xangai – 536
7º) China/Taipé – 534
8º) Canadá – 526
9º) Austrália – 523
10º) Finlândia – 523
11º) Reino Unido – 517
12º) Estônia – 515
13º) França – 511
14º) Holanda – 511
15º) Itália – 510
16º) República Tcheca – 509
17º) Alemanha – 509
18º) Estados Unidos – 508
19º) Bélgica – 508
20º) Áustria – 506
21º) Noruega – 503
22º) Irlanda – 498
23º) Dinamarca – 497
24º) Portugal – 494
25º) Suécia – 491
26º) Rússia – 489
27º) Eslováquia – 483
28º) Polônia – 481
29º) Espanha – 477
30º) Eslovênia – 476
31º) Sérvia – 473
32º) Croácia – 466
33º) Hungria – 459
34º) Turquia – 454
35º) Israel – 454
36º) Chile – 448
37º) Chipre – 445
38º) Brasil – 428
39º) Malásia – 422
40º) Emirados Árabes – 411
41º) Montenegro – 407
42º) Uruguai – 403
43º) Bulgária – 402
44º) Colômbia – 399

Informações G1.

PAPO DE PROFESSOR: A DITADURA E OS PROFESSORES BRASILEIROS

PAPO DE PROFESSOR: A DITADURA E OS PROFESSORES BRASILEIROS: Navegando pela “net” encontrei um material muito interessante sobre o Período de ditadura no país e estou compartilhando  neste nosso espaç...

sexta-feira, 28 de março de 2014

O governo vai mudar o cálculo da bonificação!


Importante : Embora a SEE não tenha confirmado,segundo  fontes do  Jornal Estadão as regras do cálculo de bonificação foram mudadas.Foi confirmado pelo jornal que as informações foram colocadas no  link do Idesp, conforme anunciamos aqui e que foram retiradas do ar em seguida. Pesquisadora da Usp confirma o que já sabíamos faz muitiiiito tempo... que " Não há no mundo nada que indique que bônus melhore resultados educacionais" e vai além ..."Em uma carreira como a da Educação, em que a motivação vai além do salário, é quase ofensivo".
Leia o artigo:


Adicionar legenda

SP não tem data para pagar bônus dos servidores

De São Paulo
27/03/201409h42
O Estado de São Paulo ainda não anunciou quando vai pagar o bônus dos servidores da rede, calculado a partir do Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo). O pagamento varia de acordo com o avanço de cada escola.
Apesar de ter estagnado nos últimos anos do fundamental e ter tido queda no médio - etapas em que está a maior parte das escolas -, não é possível aferir que o volume de pagamentos vai diminuir. Isso porque, conforme o jornal O Estado de S. Paulo apurou, o governo vai mudar o cálculo da bonificação, e o nível socioeconômico das escolas será levado em conta, além do Idesp.
A oficialização da mudança não foi confirmada pela secretaria, mas a informação está em boletins do Idesp das escolas que entraram no site da secretaria e depois foram retirados do ar.
Como as condições socioeconômicas são preponderantes no resultado escolar, educadores se queixam do fato de esse indicador não ser levado em conta na comparação das escolas e no pagamento de bonificação.
Segundo a legislação, o governo precisa pagar o bônus ainda neste mês. Questionada desde o início da semana, porém, a Secretaria de Educação não confirma a data do pagamento e da divulgação oficial dos dados do Idesp e do Saresp (com notas de Matemática e Português). Nas redes sociais, professores da rede reclamam da falta de informações.
A pesquisadora da USP Paula Louzano afirma que, embora seja positivo levar em conta o nível socioeconômico, a política de bonificação não é boa. "Não há no mundo nada que indique que bônus melhore resultados educacionais. Parte do pressuposto de que os professores sabem o que fazem, poderiam fazer mais, mas não fazem porque esperam alguém pagar mais", diz. "Em uma carreira como a da Educação, em que a motivação vai além do salário, é quase ofensivo."
O bônus foi adotado pelo governo de São Paulo a partir de 2009, no governo José Serra (PSDB). No ano passado, o Estado pagou R$ 590 milhões aos servidores da Educação. Como o Idesp global da rede havia recuado também em 2012, a proporção de escolas que receberam o benefício havia tido queda. O bônus foi pago no ano passado a 205.869 servidores, número similar à quantidade de servidores do ano anterior.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.